sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Deu no Blog do Capote!

Em José da Penha, Antônio Dólar, em pouco tempo, saiu do PP, migrou para o PMDB, traiu Gustavo Fernandes e está filiado ao PMN.
Quando a gente pensa que já viu de tudo um muito na política, eis que, de repente, surgem novas presepadas dentro desse instável mundo de interesses pessoais. E o fato aconteceu bem ali, no vizinho município de José da Penha.
Pois, bem.
Não faz muito tempo, Antônio Dólar, tio do atual prefeito daquela cidade, Abel Dólar, estava filiado ao Partido Progressista (PP) e era cotado a disputar a sucessão municipal pela legenda.
Passados alguns meses – não muitos –, precisamente, no dia 24 de setembro último, aconteceu o Encontro Regional do PMDB em Pau dos Ferros e lá estava Antônio Dólar, negociando o pa$$e junto à sigla bacurau, com direito a ter seu nome anunciado pelo locutor do evento, como o mais novo filiado à agremiação, e até mesmo pelos líderes Henrique Alves e Garibaldi Filho.
Acontece que ele, em tese, tinha fechado o pacote com o deputado estadual, Gustavo Fernandes, que fez o maior estardalhaço do mundo ao afirmar que a convenção de Pau dos Ferros foi a maior do estado em número de participantes. Porém, passados, apenas, 17 dias, Antônio Dólar, talvez por não acreditar muito na liderança, poder de articulação e comando do “filho de Elias” sobre seu futuro, passou-lhe uma rasteira, deu-lhe um cangapé e correu para os braços e abraços do PMN de Raimundo Fernandes, no dia 10 de outubro próximo passado, colocando em cheque a “força” do jovem deputado peemedebista que, enquanto cantava de galo, esqueceu a porta do galinheiro aberta para as raposas políticas devorarem a ninhada.
Afora a inexperiência de Gustavo Fernandes, que cochilou e dormiu no ponto, é importante registrar que Antônio Dólar, um novato no mundo cão da política, já começou mal sua carreira e corre o risco de morrer na casca. Pois, num curto espaço de tempo, sem causas aparentes que justificassem sua peregrinação, já migrou por três partidos; dando claras demonstrações de instabilidade, incoerência e fraqueza no seu poder de decisão.
Ora, quando um político, seja ele quem for, assina ficha de filiação num partido, visando ser eleito para gerir os destinos de um município qualquer, certamente alguns acordos de interesses coletivos são firmados. As duas partes envolvidas no processo só celebram o pacto se houver garantias de ganhos bilaterais. Daí porque estranhar a mudança repentina de postura de Antônio Dólar, sem, ao menos, “pagar pra ver” os resultados.
Assim sendo, se não for salvo pelo gongo, o comportamento de Antônio Dólar poderá lhe custar caro. Haja vista que, quem olha a cena - de perto ou de longe –, fica com a nítida impressão de que, assim como não honrou algumas alianças partidárias agora, também aconteça com os compromissos que ele, porventura, venha a assumir com o povo durante a campanha e, acaso seja vitorioso, possa quebrá-los num estalar de dedos e sem pestanejar.
A desconfiança gerada em cima desse tipo de atitude, não raro, faz com que as pessoas, que antes simpatizavam, “afugentem-se nos montes”, como diz a Bíblia. Porque, como é costumeiro - no esporte e na arte da política -, quem ganha quer levar.
Tenho dito!
Quando a gente pensa que já viu de tudo um muito na política, eis que, de repente, surgem novas presepadas dentro desse instável mundo de interesses pessoais. E o fato aconteceu bem ali, no vizinho município de José da Penha.
Pois, bem.
Não faz muito tempo, Antônio Dólar, tio do atual prefeito daquela cidade, Abel Dólar, estava filiado ao Partido Progressista (PP) e era cotado a disputar a sucessão municipal pela legenda.
Passados alguns meses – não muitos –, precisamente, no dia 24 de setembro último, aconteceu o Encontro Regional do PMDB em Pau dos Ferros e lá estava Antônio Dólar, negociando o pa$$e junto à sigla bacurau, com direito a ter seu nome anunciado pelo locutor do evento, como o mais novo filiado à agremiação, e até mesmo pelos líderes Henrique Alves e Garibaldi Filho.
Acontece que ele, em tese, tinha fechado o pacote com o deputado estadual, Gustavo Fernandes, que fez o maior estardalhaço do mundo ao afirmar que a convenção de Pau dos Ferros foi a maior do estado em número de participantes. Porém, passados, apenas, 17 dias, Antônio Dólar, talvez por não acreditar muito na liderança, poder de articulação e comando do “filho de Elias” sobre seu futuro, passou-lhe uma rasteira, deu-lhe um cangapé e correu para os braços e abraços do PMN de Raimundo Fernandes, no dia 10 de outubro próximo passado, colocando em cheque a “força” do jovem deputado peemedebista que, enquanto cantava de galo, esqueceu a porta do galinheiro aberta para as raposas políticas devorarem a ninhada.
Afora a inexperiência de Gustavo Fernandes, que cochilou e dormiu no ponto, é importante registrar que Antônio Dólar, um novato no mundo cão da política, já começou mal sua carreira e corre o risco de morrer na casca. Pois, num curto espaço de tempo, sem causas aparentes que justificassem sua peregrinação, já migrou por três partidos; dando claras demonstrações de instabilidade, incoerência e fraqueza no seu poder de decisão.
Ora, quando um político, seja ele quem for, assina ficha de filiação num partido, visando ser eleito para gerir os destinos de um município qualquer, certamente alguns acordos de interesses coletivos são firmados. As duas partes envolvidas no processo só celebram o pacto se houver garantias de ganhos bilaterais. Daí porque estranhar a mudança repentina de postura de Antônio Dólar, sem, ao menos, “pagar pra ver” os resultados.
Assim sendo, se não for salvo pelo gongo, o comportamento de Antônio Dólar poderá lhe custar caro. Haja vista que, quem olha a cena - de perto ou de longe –, fica com a nítida impressão de que, assim como não honrou algumas alianças partidárias agora, também aconteça com os compromissos que ele, porventura, venha a assumir com o povo durante a campanha e, acaso seja vitorioso, possa quebrá-los num estalar de dedos e sem pestanejar.
A desconfiança gerada em cima desse tipo de atitude, não raro, faz com que as pessoas, que antes simpatizavam, “afugentem-se nos montes”, como diz a Bíblia. Porque, como é costumeiro - no esporte e na arte da política -, quem ganha quer levar.
Tenho dito!
Fonte: Nosso Paraná
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